Todos os dias, os trending topics do Twitter estão povoados pelas populares hashtags, que estão lá sinalizando um assunto, popularizando um movimento ou, ainda, promovendo uma marca. As hashtags já podem ser consideradas um símbolo de difusão, ou até mesmo de união. Como citou um artigo publicado no The New York Times, a hashtag é o “aperto de mão” do Twitter.

Mas o famoso símbolo não surgiu ao mesmo tempo que o microblog. A ideia teria sido apresentada aos criadores por Chris Messina, um desenvolvedor do Google, que se autodenomina o “padrinho da hashtag”. Messina sugeriu, via mensagem, que ela simbolizasse a organização de ‘grupos’ no Twitter.

A ideia de Messina acabou se concretizando, no entanto. A hashtag organiza assuntos e une pessoas, principalmente quando o objetivo são os famigerados Tópicos de Tendência. E ela também já ultrapassou os limites: é cada vez mais comum ver o uso do jogo da velha fora da rede social. Jornais, blogs e até mesmo programas de TV vêm fazendo uso do símbolo.

Os programas de TV, por sua vez, são bastante comentados no Twitter com o uso das hashtags. A sociedade em geral pauta o que é discutido na rede social. Contrariando a famosa teoria de Marshall McLuhan, a mensagem se torna o meio: o mundo à volta acaba absorvendo e transportando o mundo online para o dia-a-dia offline.

No entanto, essa popularização da hashtag teve seu boom no ano de 2010. Criou-se uma nova cultura de escrita rápida, popularizada pela Copa do Mundo, pelo investimento da publicidade em cima disso, pelos grupos de fãs de determinados artistas. Messina teve uma visão que foi além do esperado.

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