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Crescimento do E-commerce

Crescimento do e-commerce em tempos de crise

Enquanto as lojas físicas passam por tempos de crise, o e-commerce ganha fôlego e mantém uma linha de constante crescimento em tempos de desaceleração econômica. De acordo com previsões da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), a projeção de crescimento para esse ano foi de 18% de aumento, com faturamento de R$ 56,8 bilhões – […]

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Entenda o porquê e o impacto sobre as campanhas de e-mail marketing

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Já são mais de 250 milhões de celulares em nosso país!

Descubra como o uso de celular no Brasil pode influenciar a sua vida.

O uso de celular no Brasil está surpreendendo a todos! De acordo com dados divulgados nesta terça-feira pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), já são 250,8 milhões de linhas ativas no país. Só em março deste ano, ocorreram 3,2 milhões de novas habilitações, o que levou o uso de celular no Brasil a superar a marca de 250 milhões registrado em fevereiro, ampliando a base de assinantes em 1,30%.

Esse número coloca o mês de março de 2012 à frente de todos os meses de março nos últimos 13 anos como o que teve mais novas habilitações de linhas móveis, alcançando uma teledensidade de 128 acessos para cada 100 habitantes. No total, 52 milhões desses acessos são feitos por meio de banda larga móvel (3G). Assim, o uso de celular no Brasil continua sendo liderado pela Vivo, com 29,81% de participação, seguida pela Tim (26,80%) e pela Claro (24,56%).

Isso nos mostra quão expressivo é o crescimento do uso de celular no Brasil, cuja população está cada vez mais aderindo aos dispositivos móveis em seu dia a dia. Inclusive, o número de linhas ativas supera até o próprio número de habitantes de nosso país. Muito disso se deve ao preço acessível dos aparelhos celulares ofertado pelos grandes varejistas, aliado ao aumento do poder aquisitivo da classe média brasileira. Porém, o que mais chama atenção é fato do uso de celular no Brasil não se restringir à voz.

Segundo dados de um infográfico produzido pelo Extra.com.br, a utilização das funções do celular tem sua maioria concentrada em SMS + Voz (48%), seguido de perto por dados avançados (40%) como, por exemplo, os aplicativos. Enquanto a função “somente voz” é dona de apenas 11% dessa relação. Ou seja, o uso de celular no Brasil vai muito além de só fazer ligações.

Como disse Isabel Pesce, responsável pelo aplicativo para celulares Lemon utilizado para organizar os gastos, “não há mais necessidade de carregarmos uma câmera, mas, por outro lado, ainda carregamos carteiras cheias de recibos, cartões e muito mais, por isso acreditamos que o celular poderá se transformar em uma carteira inteligente”. A declaração da jovem de sucesso, que, por sinal, é brasileira, foi feita ao jornal O Estado de S. Paulo deste domingo, e mostra que o uso de celular no Brasil ainda tem muito potencial.

Afinal, os brasileiros querem mais utilidade para seu aparelho móvel. Segundo estudo recente da IBM, 87% da população gostaria de usar dispositivos móveis para pagar por produtos e serviços. E é conciderando todo esse contexto que o Pão de Açúcar já pensa em aproveitar tamanha oportunidade do uso de celular no Brasil para oferecer o pagamento de compras via celular.

De acordo com Hugo Bethlem, vice-presidente executivo do Grupo Pão de Açúcar, em entrevista ao Meio&Mensagem, o novo modelo de pagamento será testado em alguns pontos de vendas a partir de maio, em primeiro momento como uma exclusividade aos donos de cartões Itaucard. O Grupo estuda também instalar vitrines virtuais em locais públicos de grande circulação de pessoas, a fim de levar o uso de celular em suas lojas para mais perto do público.

E se você pensa que essa ideia de fazer compras com o celular no meio da rua é algo inédito, está enganado. No ano passado, o supermercado Tesco, da bandeira Homeplus, instalou lojas virtuais no metrô de Seul, capital da Coreia do Sul. As pessoas podiam fazer suas compras enquanto aguardavam na estação de metrô e os pedidos eram entregues em suas casas no mesmo dia. A rede britânica Ocado também abriu loja virtual temporária em um shopping center de Londres, e a australiana Woolworth´s fez a mesma coisa na estação de Town Hall, em Sydney. E aí, será que o uso de celular no Brasil tem muito ainda para evoluir?

Dá uma olhada no vídeo abaixo mostrando como funciona a loja virtual e deixe sua opinião pra gente: será que o uso de celular no Brasil chegará a esse ponto?

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Parceiros do YouTube agora podem oferecer uma espécie de pay-per-view pelo canal.

Será que dá certo?

O YouTube passa a oferecer a possibilidade de cobrar pelas transmissões de vídeos ao vivo. Essa é uma das novidades anunciadas ontem por Varun Talwar, gerente de produto associado do YouTube, no blog do canal em comemoração ao aniversário de 1 ano do YouTube Live. Assim, o serviço poderá cobrar pequenas taxas pelas exibições para não ficar totalmente sem lucro, como em uma televisão por assinatura, onde o usuário pagará ao assistir eventos ao vivo de lutas ou shows, por exemplo.

Além dessa opção do YouTube cobrar por vídeos ao vivo, foram anunciadas também mais duas novidades: o Wirecast para o YouTube Live, um software que possibilita transmitir vídeos de maneira profissional diretamente de um desktop, permitindo, inclusive, troca de câmeras e microfone com efeito de edição; e um acompanhamento de dados com gráficos atualizados a todo instante, mostrando número de espectadores e outras informações.

Já há um ano no ar, o YouTube Live revolucionou a transmissão de eventos ao vivo criando esse inovador sistema de streaming, e angariou adeptos de peso, como Katy Perry em 2008, a banda U2 em 2009, e até o Casamento Real do Príncipe William com Kate Middleton no ano passado. Em 2010, foi a vez do Brasil entrar nessa, e transmitir o Sertanejo Live com mais de 3 horas de duração, quando participaram vários cantores famosos, como Victor e Léo.

Agora, resta saber se a nova opção do YouTube Live vai ser aderida pelos parceiros do canal. Sem dúvida, adquirir certo ganho nas transmissões, ainda que pequeno, será muito vantajoso para as marcas. Mas, e o usuário? Será que vai curtir essa espécie de pay-per-view? Em um canal onde já existem banners de anúncios por todos os lados, inclusive no rodapé dos próprios vídeos, e até anúncios “obrigatórios” entre 25 e 30 segundos antes de começar a ver o vídeo desejado, será essa uma alternativa pertinente?

O que você acha? Conte pra gente sua opinião agora que o YouTube pode cobrar por vídeos ao vivo. E relembre a divertida ação da Skol, marca patrocinadora do Sertanejo Live, feita para divulgar o evento.

Você também pode curtir o texto sobre streaming que promete acabar com a televisão. 😉

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A Wikipédia é conhecida como uma enciclopédia livre e online que é sustentada por diversos colaboradores, sendo que qualquer pessoa pode fornecer ou modificar dados desde que com a intenção de melhorar seu conteúdo. Seu projeto foi iniciado por Jimmy Wales e Larry Sanger em 15 de janeiro de 2001, apenas com versão em inglês.

A Wikipédia é conhecida como uma enciclopédia livre e online que é sustentada por diversos colaboradores, sendo que qualquer pessoa pode fornecer ou modificar dados desde que com a intenção de melhorar seu conteúdo. Seu projeto foi iniciado em 15 de janeiro de 2001 apenas com versão em inglês pelos americanos Jimmy Wales e Larry Sanger. Ao final de seu primeiro ano o site já havia 10 mil artigos publicados e hoje, tendo recentemente completado 10 anos, possui cerca de 17 milhões de artigos em mais de 270 idiomas e dialetos.

É preciso ter uma conta no website para que o usuário possa adicionar ou editar uma informação, uma vez que cadastrado e conhecendo como criar e formatar uma página qualquer internauta está habilitado ser um editor. Atualmente, a empresa possui cerca de 100 mil editores frequentes que ajudam o site a se manter, pois fornecem e melhoram o conteúdo do site de graça.

Por outro lado se o internauta não souber suas funções, basta um clique em Criar Página para ser direcionado ao Guia de Edição onde todos os passos básicos e regras para dar entrada a um novo conteúdo se encontram. A partir do Guia de Edição é possível também encontrar a página Tutorial que explica como formatar o texto no sistema da Wikipédia e como utilizar as diferentes seções de um artigo. Se ainda for complicado editar corretamente, existe no site a página de Teste que pode ser utilizada para treino antes de tentar desenvolver um artigo.

Mantendo sua política e premissa, a Wikipédia conquistou recentemente mais de 410 milhões de acessos individuais mensais, segundo a comScore, e planeja abrir seu primeiro escritório fora dos Estados Unidos que será localizado na índia. Esse será o primeiro passo da empresa para expandir seu website, sendo que seu objetivo é diversificar o perfil de sua base de colaboradores. Ainda hoje sustentada por doações, não tem a intenção de abrir espaço para publicidade, de forma que a ideia colaborativa de compartilhar informações seja mantida sem elementos comerciais, concentrando-se somente no conhecimento.

Pensando no futuro, a empresa pretende expandir para os países em desenvolvimento, já citado anteriormente, seu próximo passo será abrir um escritório na índia para ampliar o número de artigos e colaboradores dos idiomas falados no país. Segundo um de seus fundadores, Jimmy Wales, o Brasil seria o próximo a ser investido dando continuidade a esse crescimento. De acordo com seus planos, a Wikipédia pretende ter 1 bilhão de usuários em 2015, com a estratégia de suportar mais idiomas e melhorar a velocidade do website em países nos quais ainda é lento.

O sucesso atual e futuro da empresa não depende apenas dela, mas também do crescimento da base de editores regulares e das doações daqueles que acreditam que cada conteúdo pode ser melhorado. Conservando sua ideia inicial de atingir a todos os que tem interesse mas não tem acesso a informação, permitindo que seja compartilhada de forma global.

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Devido ao crescimento da classe C e o aumento do poder aquisitivo no país, a internet tem se desenvolvido consideravelmente. Não apenas no número de usuários, mas também em como é usada. No Brasil os três principais tipos de conexão são a banda larga fixa, a banda larga móvel e a internet discada.

Devido ao crescimento da classe C e o aumento do poder aquisitivo no país, a internet tem se desenvolvido consideravelmente. Não apenas no número de usuários, mas também em como é usada. No Brasil são utilizados três principais tipos de conexão a internet:

Banda Larga Fixa: É definida como internet de alta velocidade. Para que seja assim, sua velocidade deve ser um mínimo que é designado por cada país. No caso do Brasil, o governo não fixou uma velocidade mínima para o serviço de banda larga, no entanto a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) está em processo de regulamentar a exigência de que as empresas forneçam pelo menos 70% da velocidade contratada por cada assinante. Atualmente, as empresas garantem apenas 10% da velocidade contratada por seus clientes. Esse tipo é chamado de fixo porque é acessado através de apenas um local imóvel, como em casa ou no trabalho.

Banda Larga Móvel (3G): Também definida como internet de alta velocidade, sua diferença é que pode ser conectada de qualquer local que tenha cobertura. Em geral, é utilizada em smartphones, tablets e algumas vezes em notebooks/netbooks por meio de modens móveis.

Internet Discada: Chamada também de banda estreita foi o primeiro tipo de conexão à internet, que combina o modem com a linha telefônica para possibilitar o acesso. A Internet discada não é de alta velocidade e possui diversas limitações. Mesmo assim, ainda é utilizada no Brasil por um número pequeno de pessoas, só que importante de ser considerado.

Em 2010, segundo o Sinditelebrasil, o país atingiu 34,2 milhões de acessos com internet rápida demonstrando um crescimento de 71%. Esse número inclui banda larga fixa, modens móveis e terminais 3G (smartphones e tablets). Isso representou 27 novos acessos por minuto durante o ano. Em comparação com a Internet discada que atualmente representa menos de 16% das conexões, é possível constatar que não somente mais usuários estão conectados como vários deles passaram a utilizar a banda larga.

Essa tendência não está concentrada somente na banda larga fixa, mas principalmente na móvel. A taxa de crescimento de terminais da terceira geração é de 257%, contabilizando um aumento de 4 milhões para 14, 6 milhões de 2009 para 2010. Sem contar o número de modens 3G que passou de 4,6 milhões para 6 milhões. Em oposição, a banda larga fixa teve um crescimento de apenas 20% com um aumento de 11, 4 milhões para 13,6 milhões de acessos. Tudo isso forma um total de 20, 6 milhões de novas conexões via 3G no Brasil.

Ao observar esses números percebe-se que a internet móvel superou a fixa em 2010, porém isso não demonstra uma preferência pelo 3G. Como a maioria das pessoas que utilizam esse serviço têm banda larga fixa em casa, seu diferencial é que uma conexão fixa pode ser utilizada por mais de uma pessoa ou computador, já no caso de smartphones a conexão é única por aparelho. Se pensarmos nesse sentido podemos perceber que uma casa com média de 4 pessoas utiliza apenas uma banda larga fixa e ao mesmo tempo pode ter de 1 a 4 conexões via 3G.

Na realidade o que esses números mostram é que cada vez mais as pessoas estão utilizando das vantagens da internet móvel. Não somente a conexão, mas todas as oportunidades e exclusividades que isso oferece. A nova tendência é que a internet não só esteja presente no dia-a-dia, mas em qualquer lugar a qualquer hora. Embora ainda existam limitações de sinal, velocidade e principalmente preço, a ideia desse tipo de conexão é que não existam limites geográficos e físicos. Sendo assim, a interação com a web através de aplicativos está acontecendo cada vez mais.


Sinal3G

Mapa Colaborativo de Sinal 3G

Como tudo é focado em tempo real, as redes que se dedicam à internet móvel, como Twitter e Facebook, terão cada vez mais espaço na web. Assim como outras redes e serviços menores, que também têm se destacado através de aplicativos que têm como característica a praticidade, conforto e o entretenimento.

O 3G eleva o tempo que as pessoas permanecem conectadas e com isso elas passam a interagir na web de forma diferente. Por ter menos limitações, os usuários não só ficam mais participativos, mas também começam a seguir as novas tendências com mais rapidez. Devido a esse constante crescimento, novas formas de anunciar e interagir com os usuários devem surgir e o investimento em mobile passará a ter um retorno maior. Continuando assim, a revolução tecnológica na propaganda que foi iniciada há pouco tempo com o marketing digital e as mídias sociais.

Fonte:
O Globo
G1

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Com a poeira da recente briga entre a Adobe e a Apple começando a baixar,  trazemos aqui para o blog a questão que ainda não foi respondida: O HTML5, a próxima versão da linguagem de páginas da web, será capaz de substituir o Flash, hoje presente em 98% dos computadores?

Com a poeira da recente briga entre a Adobe e a Apple começando a baixar,  trazemos aqui para o blog a questão que ainda não foi respondida: O HTML5, a próxima versão da linguagem de páginas da web, será capaz de substituir o Flash, hoje presente em 98% dos computadores?

Entenda o debate:

O fato do Iphone e Ipad não suportarem o Adobe Flash é uma decisão de Steve Jobs, CEO da Apple. Ele alega ser uma tecnologia ultrapassada que será substituída em breve pelo HTML5, interpretado diretamente pelos navegadores.

A Adobe, em resposta, afirma que o Flash se tornou uma linguagem de programação capaz de funcionar em uma grande variedade de sistemas operacionais e navegadores, tornando-se a escolha mais adequada para conteúdos multimídia em várias plataformas.

A discussão é comercial, não tecnológica. O Flash permite que um desenvolvedor crie um aplicativo que rode em diversos dispositivos móveis e em computadores, enquanto a Apple prefere que os aplicativos desenvolvidos para Iphone e Ipad sejam exclusivos.

Escolhendo lados

Muitos adotaram posturas a favor de uma ou outra empresa, acelerando um debate que já vinha surgindo lentamente entre webdesigners. De um lado temos o avanço de linguagens e frameworks como HTML5, javascript, jquery, mootools e css3, cada vez mais bem suportados pelos navegadores, permitindo uma liberdade criativa cada vez maior nas páginas.

De outro, temos o Flash, uma plataforma consolidada para o suporte de multimídia e aplicativos, otimizada para aproveitar da melhor maneira possível o poder de processamento e gerenciamento de energia tanto de desktops quanto de dispositivos móveis.

Exemplos

Há galerias sobre o HTML5 publicadas pela Apple, pela Microsoft e pela Mozilla.

No HTML5 vs Flash você confere alguns exemplos que procuram comparar o desempenho de ambos.

E finalmente, no Flashlab há uma comparação mostrando que os exemplos com HTML5 que a Apple mostrou em seu site são possíveis com o Flash há mais de dez anos, e o que é possível com a tecnologia hoje.

Na Sawi, acreditamos que todas as ferramentas têm seus pontos fortes e fracos. Por isso procuramos aproveitar o melhor de cada uma delas, de acordo com o projeto, otimizado para os navegadores atuais.

E você, o que acha do futuro? Há espaço para o Flash, ou ele será aposentado por essas novas linguagens?

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